segunda-feira, 11 de julho de 2016

Epicondilite medial


Dores no braço e na região do cotovelo costumam ser bastante comum. E o desconforto pode ser tão grande que interfere em atividades diárias comuns. Um dos problemas mais comuns nessa região é a epicondilite medial. Trata-se de um tipo de inflamação que ocorre nos tendões flexores do antebraço. Para você entender melhor: o osso do braço, chamado úmero, possui duas protuberâncias ou calombos na região próxima ao cotovelo. Essas protuberâncias são denominadas epicôndilos medial e lateral. A epicondilite medial, como o próprio nome indica, é a inflamação dos tendões do epicôndilo medial.
A dor do “cotovelo de golfista” pode aparecer de repente ou gradualmente e se caracteriza por:
  • Dor e sensibilidade na parte interna do cotovelo;
  • Possível fraqueza nas mãos e pulsos;
  • O cotovelo pode ficar rígido e doer quando fechar o pulso;
  • Dormência ou formigueiro que irradia para um ou mais dedos, geralmente o anelar e o mindinho (Cerca de 50% dos casos de epicondilalgia medial do cotovelo têm sintomas neurológicos associados à compressão do nervo cubital);
  • Também pode haver dor ao fechar a mão com os dedos para dentro;
 
Esses tendões são responsáveis por aqueles movimentos de flexão que estamos acostumados a realizar todos os dias, como flexionar os dedos, dobrar os punhos e rodar a palma da mão para baixo, por exemplo. A epicondilite medial também é conhecida pelo nome informal de “cotovelo de golfista” pois devido aos movimentos exigidos nessa atividade, a incidência nos praticantes do esporte é bastante grande. A epicondilite medial ocorre em cerca de 0,5% da população em geral, principalmente em pessoas com idades entre 45 e 55 anos e que são ativas.
Uma dor de cotovelo com o nome bastante semelhante é a epicondilite lateral, que seria o “cotovelo do tenista”. Nesse caso, a dor fica mais concentrada na região lateral do cotovelo, devido aos movimentos de extensão do braço realizados durante os jogos de tênis e outras atividades físicas e esportivas.

                     Quais são as causas e sintomas da epicondilite medial
A epicondilite medial podem ter várias causas. A sobrecarga repetitiva sobre os tendões do local é um dos motivos principais. Esportes como o golfe, a musculação e o tênis ocasiona essa sobrecarga diversas vezes durante a atividade física e podem ocasionar esse tipo de epicondilite. Atividades que exijam esforços repetitivos nessa área também originam o problema. Outra causa bastante comum é o trauma na região por pancadas, batidas e acidentes, que podem lesar músculos e tendões.
Os sintomas da epicondilite medial são fáceis de serem observados, por isso seu diagnóstico também costuma ser rápido.Quando a epicondilite medial aparece, a pessoa afetada sente uma dor aguda na parte interna do cotovelo, justamente onde fica o epicôndilo medial. A dor ou desconforto pode irradiar por todo o antebraço, mas em uma observação mais extrema, ainda terá seu ponto mais doloroso próximo ao osso medial no cotovelo.
Geralmente é possível diagnosticar a epicondilite medial apenas com o exame clínico e a observação dos sintomas do paciente. O ultrassom e mesmo a ressonância magnética pode ser necessárias quando o paciente não responde aos tratamentos iniciais, dúvidas no diagnóstico ou se há a necessidade de excluir a presença de outras lesões associadas.

                                   Complicações da epicondilite medial
Além disso, a epicondilite medial também pode estar associada a outros problemas, como a neuropatia do nervo ulnar, uma compressão deste nervo, também conhecida como síndrome do túnel cubital, que está localizado logo após o epicôndilo medial. Geralmente ele causa formigamento nos dedos da mão, principalmente entre o quarto e o quinto dedo. Em casos mais graves pode causar perda da força na região.
A doença também pode estar associada à instabilidade medial do cotovelo. Ela costuma ocorrer principalmente em quem pratica atividades esportivas com frequência como o arremesso, que exige o movimento em valgo de modo repetitivo e pode causar lesões nos ligamentos mediais do cotovelo do esportista.
Algumas vezes, a epicondilite medial pode resultar em uma complicação. É o acometimento do nervo ulnar pois a proximidade com ele é grande. Esse nervo é justamente aquele que nos causa uma sensação de choque quando batemos o cotovelo em um objeto ou móvel.
epicondilite medial caso apresente formigamento frequente na mão, principalmente nos dedos anular e mínimo, possivelmente apresenta um problema com o nervo ulnar. Nesse caso, novos exames físicos devem ser feitos para avaliar a necessidade de uma cirurgia onde é feito um desbridamento (limpeza) do tendão e a descompressão do nervo.
 

                                Como é o tratamento da epicondilite medial
 
O tratamento da epicondilite medial é baseado em três fatores importantes: controle da dor, reabilitação da musculatura que foi atingida e prevenção para diminuir os riscos do problema ocorrer novamente. Geralmente o tratamento atinge os resultados pretendidos e tem uma taxa de sucesso que varia entre 88% a 96% dependendo do caso. Isso vai depender das causas, do tratamento escolhido e também do compromisso do paciente para fazer o que é pedido pelo médico.O controle da dor pode ser alcançado de várias maneiras. As principais formas são terapias como a fisioterapia e a acupuntura, realizadas sozinhas ou combinadas. Além disso, os especialistas indicam o uso de medicações anti-inflamatórias que podem ser orais ou tópicas, imobilização do local afetado e órteses. Para escolher o melhor método curativo, o médico leva em conta não só o perfil do caso como também o histórico de saúde do paciente. Algumas vezes as infiltrações podem ser indicadas, geralmente quando outros tratamentos anteriores utilizados não são eficazes, mas como apresentam alguns riscos, devem ser discutidas entre médicos e paciente e não costumam ser realizadas rotineiramente.
Paralelamente é avaliado as causas da epicondilite medial para que se evite as atividades que a causaram, seja no trabalho, em casa ou em atividades esportivas. Dessa forma evita-se o agravamento do problema e aumenta-se as chances do tratamento de reabilitação.
A reabilitação se inicia após a recuperação da fase aguda dolorosa. Para reabilitar os tendões do epicôndilo medial é aconselhado uma série de exercícios baseados no alongamento da musculatura flexora, com a ativação da musculatura antagonista para o resultado ser mais eficaz. Os exercícios também visam o fortalecimento dos músculos. A reabilitação é conseguida de forma simples, mas sua evolução total pode demorar até um ano dependendo do caso. O fortalecimento da região também pode ser conseguido com acupuntura e fisioterapia.
Uma nova opção para esses casos é a terapia por ondas de choque, que vem apresentando bons resultados no tratamento de diversas patologias músculo-esqueléticas, como epicondilite medial e lateral, fascite plantar, síndrome dolorosa miofascial e outras dores.
Muitas vezes, a dor da epicondilite medial acaba resultando em um aumento nociceptivo, ou seja, acabam surgindo outras dores associadas devido ao desuso e contraturas músculo-esqueléticas, como a dor miofascial. Assim, um tratamento eficaz pode ser feito com a associação de tratamento farmacológico + acupuntura + infiltrações + fisioterapia.
A prevenção deve ser feita para evitar a volta do problema e recidiva da dor. Ela leva em conta principalmente as causas do surgimento da epicondilite medial. Para quem é atleta, por exemplo, há uma avaliação e adequação tanto da técnica usada nas atividades esportivas quanto no material esportivo utilizado para a prática do esporte.
Uma vez que a epicondilite medial ocorre pelo uso excessivo dos músculos que flexionam o punho, é importante não sobrecarregá-los. Aos primeiros sinais de dor na parte interna do cotovelo, deve-se diminuir a atividade e procurar um médico. A dor do “cotovelo de golfista” não tem que mantê-lo fora de campo ou afastado de suas atividades preferidas. Com descanso e tratamento adequado, poderá voltar a ter uma vida normal.

                     Quando é necessário a cirurgia na epicondilite medial
Quando todo esse tratamento de alívio da dor, reabilitação e prevenção não chega ao resultado esperado, pode ser necessário a cirurgia. É uma situação bastante rara pois geralmente as medidas tomadas para reabilitação, quando realizadas de forma correta costumam resolver. No entanto, são raros e poucos os casos que precisam de cirurgia!
A cirurgia exige alguns exames prévios. O seu objetivo é a remoção dos tecidos doentes. Se houver alguma alteração no nervo ulnar, ele também deve ser tratado. O mais comum é a descompressão da região do túnel cubital. Esse nervo pode ser transferido, ou seja, transposto para uma região anterior abaixo ou acima dos músculos do antebraço. A cirurgia pode ser feita por antroscopia ou via aberta.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Menopausa e dor nas articulações - Qual é a conexão?

Há muitas causas diferentes de dor nas articulações.  Menopausa e dor nas articulações pode ter uma combinação surpreendente, mas 41% da perimenopausa (antes da menopausa) mulheres e 57% de mulheres na pós-menopausa relataram um aumento significativo da dor nas articulações. Será que a menopausa causar dor nas articulações?Quando se trata de examinar a relação entre a menopausa e dor nas articulações, diz Carmen Pichard-Encina, MD, instrutora de cirurgia ortopédica da Universidade Johns Hopkins e do Hospital Bom Samaritano, em Baltimore, não vê essa ligação. Ela observou:

"A osteoartrite é mais comum em mulheres, mas não há nenhuma associação direta com a menopausa."
Sua colega, Karen Kansler, MA, RN, uma enfermeira da comunidade de osteoartrite, no Bom Samaritano, acredita que esta ligação entre a menopausa e dor nas articulações foi feita devido a apenas a idade, mas observa que mulheres com mais de 50 têm um fator de risco significativo que poderiam contribuir para essa ligação:


"A única semelhança é que ambos geralmente ocorrem em mulheres com mais de 50 anos de idade, no entanto, a redução de estrogênio durante a menopausa, muitas vezes, significa perda óssea que coloca as mulheres em risco de osteoporose - enfraquecendo o osso - o que aumenta drasticamente o risco de fratura."
Osteoporose
Idade e sexo são os dois principais fatores de risco para a osteoporose, um enfraquecimento dos ossos, que ocorre mais frequentemente em mulheres com mais de 50 anos e podem contribuir para a osteoartrite. Este tipo de artrite é uma doença descrita como "desgaste" que não está associada a qualquer lesão em particular. O uso regular (e às vezes uso excessivo ou uso indevido) ao longo do tempo provoca inflamação, que adiciona dor óssea, que são naturalmente desgastados com as mulheres idade.
Quando a menopausa atinge, geralmente entre as idades de 48 e 55 na maioria das mulheres no EUA, os níveis de estrogênio caem. Esta queda pode causar uma taxa acelerada de perda de massa óssea e deterioração. A osteoporose não será prontamente aparente, a menos que testes de densidade óssea sejam prescritos.
Osteoartrite
Embora a osteoporose seja silenciosa, osteoartrite faz sua presença conhecida na forma de articulações dolorosas, inchadas. A diminuição da amplitude de movimento muitas vezes acompanha essa dor. Isto pode levar as mulheres a deixar de fazer atividades devido à dor, um ciclo que só pode piorar a dor.
Para as mulheres entrando na menopausa, essa dor e diminuição da amplitude de movimento nos joelhos, mãos, quadris e tornozelos pode parecer como um efeito colateral importante da própria menopausa. No entanto, pode ser apenas uma coincidência relacionada com a idade. Menopausa e dor nas articulações não estão necessariamente ligados fisicamente tanto como eles são coincidentemente devido ao seu tempo de início.
Outros factores de risco
Sexo e idade não são os únicos fatores de risco para a osteoartrite, também. Qualquer um dos seguintes pode também contribuir para o desenvolvimento de articulações dolorosas, inchadas:• Fumar: contribui para a perda de densidade óssea• Ocupação: tarefas repetitivas podem sobrecarregar articulações específicas• Falta de exercício físico• Exposição solar diminuida: a vitamina D desempenha um papel fundamental na absorção de cálcio• Consumo excessivo de álcool• Osteoporose: Emagrecimento ossos pode realmente desempenhar um papel no desenvolvimento da dor nas articulações• O uso excessivo de esteróides• Excesso de peso: aumenta a pressão e estresse sobre as articulações
Kansler recomenda falar com um médico se a dor nas articulações surgir de repente, ou se houve uma queda recente, dizendo:
"É sempre uma boa idéia consultar o seu médico e obter raios-X sobre as articulações dolorosas, dor, especialmente novos casos ou dor após o uso excessivo, caindo, ou trauma, para confirmar se é osteoartrite ou algum outro problema, como uma infecção ou tumor. "
AutocuidadoEmbora a menopausa seja inevitável para as mulheres, dor nas articulações e outros sintomas da menopausa não tem que ser. Tomando o tempo para a prática de auto-cuidado em uma base regular pode ajudar a fazer muitos sintomas da menopausa mais fácil de manusear. Algumas delas incluem:
Comer mais proteínasÀ medida que envelhecemos, nossos corpos precisam de mais proteínas para manter a massa muscular. A massa muscular é fundamental para o equilíbrio e suporte ósseo. Embora as pessoas entre as idades de 20 e 60, geralmente, consomem muita proteína, adultos mais velhos (60+) deve apontar para 1,2 a 1,5 g / kg por dia (em comparação com 0,8 g / kg por dia para pessoas mais jovens). Isto significa que um adulto mais velho pesando 200 libras requer cerca de 108 gramas de proteína por dia.Exercitar consistentementeExercício mantém os ossos saudáveis, mantém uma mente afiada, e aumenta a uma sensação geral de bem-estar. Se a dor articular já existe, procure exercício de baixo impacto.Também pode ser exercícios cardiovasculares, como caminhadas, ciclismo e natação. Yoga é um outro exercício que se concentra em equilíbrio, alinhamento adequado, alongamento e fortalecimento da coluna (e seus músculos).
Comer Bem
Embora a necessidade de proteínas aumentam à medida que as mulheres envelhecem, o tamanho das refeições pode realmente diminuir. Comer refeições menores com mais freqüência pode impedir que as ondas de calor (grandes refeições pode induzir o organismo a superaquecer). Comer uma abundância de frutas e legumes frescos e alimentos ricos em cálcio é a melhor maneira de obter as vitaminas que você precisa. Você também pode perguntar ao seu médico se um suplemento diário é apropriado para você. Tenha em mente que a suplementação de cálcio após a idade de 50 anos não parece melhorar a densidade óssea como se pensava anteriormente.Parar de fumarOs fumantes têm um risco aumentado de tudo, de câncer, de perda óssea e de diabetes tipo 2 (ou complicações da diabetes Tipo 1). Os fumantes são menos propensos a ser ativo, mais propensos a ter excesso de peso, e mais propensos a morrer mais cedo de uma doença relacionada ao tabagismo. A melhor coisa que alguém pode fazer por si mesmos é parar de fumar hoje.Explorando medicina complementar para os sintomasA medicina complementar para a menopausa inclui coisas como acupuntura, massagem e quiropraxia. Estas formas de auto-cuidado pode ajudar a aliviar outros sintomas da menopausa, como ondas de calor e insônia.
https://paindoctor.com/menopause-and-joint-pain/


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Terapia contra o estresse e a ansiedade

Ter amigos é tudo de bom! Um papo descontraído, além de agradável, faz muito bem para a nossa saúde. Quer uma dica? Ouça mais música, dance e viaje mais. Mude a rotina e esqueça os problemas. Divirta-se muito, aproveite a vida. O bom humor funciona como uma excelente terapia contra o estresse e a ansiedade.

Dores no Quadril e suas causas


Assim como acontece com outros tipos de dores crônicas, a dor no quadril se manifesta mais nas mulheres. Porém, ela pode ter uma série de causas, descobrir a correta é a chave para obter o melhor tratamento.

A primeira coisa que deve fazer é avaliar e confirmar o local da dor. A dor pode ser confundida com uma dor nas costas. Normalmente, é muitas vezes sentida na virilha ou no lado de fora da anca, diretamente sobre o local onde temos a articulação do quadril. O médico considera na avaliação a idade do paciente, constituição física e nível de atividade. Por exemplo, se a paciente for uma corredora magra de 20 anos de idade, ou uma avó sedentária de 80 anos de idade, as causas e tratamentos serão bastante diferentes.

As causas mais comuns de dor no quadril em mulheres são:
Artrite. A causa mais comum de dor no quadril crônica em mulheres é a artrite, especialmente osteoartrite, o tipo de desgaste que afeta muitas pessoas à medida que envelhecem. “A bola e soquete começam a se desgastar”. Dor da artrite é muitas vezes sentida na parte da frente da coxa ou na virilha, devido à rigidez ou inchaço na articulação.

As fraturas de quadril. As fraturas de quadril são comuns em mulheres mais velhas, especialmente aquelas com osteoporose (diminuição da densidade óssea). Os sintomas de uma fratura de quadril incluem dor ao se endireitar, ficar de pé, ou se apoiar na perna. Além disso, a pessoa tende a virar o pé para fora, um sinal de que pode auxiliar no diagnóstico preliminar.

Tendinite e bursite. Muitos tendões ao redor do quadril conectam os músculos à articulação. Esses tendões podem facilmente se tornar inflamados se houver sobrecarga de exercícios ou atividades extenuantes. Uma das causas mais comuns de tendinite na articulação do quadril, especialmente em corredores, é a síndrome da banda iliotibial – A banda iliotibial é uma camada densa e fibrosa de tecidos conectivos, que tem origem na parte superior (aquela protuberância óssea na região anterior do tronco) e se dirige para baixo, pela parte externa da coxa atravessando o lado externo do joelho e se ligando à parte lateral de cima do osso da perna (tíbia). A síndrome é caracterizada pela inflamação da extremidade inferior desta banda. Outra causa comum de dor no quadril em mulheres é bursite.  Uma bursa ou bolsa sinovial é uma pequena bolsa cheia de líquido localizada no ponto em que um músculo ou tendão encostam em um osso. As bursas reduzem o atrito entre as duas superfícies em movimento. Existem centenas delas em todo o corpo. Assim como os tendões, estas bolsas podem se tornar inflamadas devido a alguma irritação ou uso excessivo.

Hérnia. Na área da virilha, hérnias femoral e inguinal – por vezes referido como hérnias esportivas – pode causar dor anterior (frontal) de quadril em mulheres. As mulheres grávidas podem ser suscetíveis a hérnia inguinal, devido à pressão sobre a parede de seu abdômen.

Problemas ginecológicos e costas.  A dor no quadril em mulheres pode ter causas ginecológicas. Endometriose (quando o revestimento do útero cresce em outro lugar) pode causar fragilidade pélvica. Dor de costas e coluna vertebral também podem se sentidas em torno das nádegas e quadris. A ciática, um nervo comprimido, pode causar dor na parte de trás do quadril – a dor de ciática pode começar na sua parte inferior das costas e se difundir até as nádegas e pernas.

Obtendo Ajuda para a dor nos quadris
O tratamento para a dor no quadril depende do diagnóstico, mas a dor que é causada pelo uso excessivo ou lesões esportivas é muitas vezes tratada com calor, descanso e medicação anti-inflamatória. Para evitar lesões, é importante alongar antes do exercício e usar vestuário adequado, especialmente o calçado.

Excesso de peso pode colocar pressão sobre a articulação do quadril, assim a perda de peso pode proporcionar alívio e ajudar a evitar problemas futuros. Algumas causas de dor no quadril, como fraturas ou hérnias, podem precisar de reparos cirúrgicos. Se a sua dor no quadril persistir, converse com seu médico sobre as possíveis causas e tratamentos.

Para os casos de osteoartrite, é possível o uso de suplementos à base de colágeno tipo II, ácido hialurônico, condroitina e glucosamina. Estudos evidenciam que melhoram a lubrificação da articulação. Alguns fitoterápicos com propriedades anti-inflamatórias. Procure seu médico e trate as causas da sua dor!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Fibromialgia

O que é Fibromialgia?
Fibromialgia é uma síndrome comum em que a pessoa sente dores por todo o corpo durante longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, tendões e em outros tecidos moles.
A fibromialgia está diretamente ligada também à fadiga, distúrbios do sono, dores de cabeça, depressão e ansiedade.
Pesquisadores acreditam que a síndrome é causada por um descontrole na forma como o cérebro processa os sinais de dor.
Causas
As causas da fibromialgia ainda são desconhecidas, mas existem vários fatores que estão frequentemente associados a esta síndrome.
1- Genética: fibromialgia é muito recorrente em pessoas da mesma família, o que pode ser um indicador de que existem algumas mutações genéticas capazes de causar a síndrome
Infecções por vírus e doenças autoimunes também podem estar envolvidas nas causas da fibromialgia
2-Distúrbios do sono, sedentarismo, ansiedade e depressão também podem estar ligados de alguma forma à síndrome.
Fatores de risco
Alguns fatores de risco que facilitam o surgimento de fibromialgia.
Sexo: a síndrome é mais comum em mulheres do que em homens, em especial naquelas entre 20 e 50 anos
Histórico familiar: a doença é recorrente entre membros de uma mesma família, indicando que talvez exista algum fator genético envolvido nas suas causas.
Sintomas
Dor generalizada: a dor associada à fibromialgia é constantemente descrita como uma dor presente em diversas partes do corpo e que demoram pelo menos três meses para passar
Fadiga: pessoas portadores dessa síndrome frequentemente acordam já se sentindo cansadas, mesmo que tenham dormido por muitas horas. O sono também é constantemente interrompido por causa da dor, e muitos pacientes apresentam outros problemas relativos ao sono, a exemplo da apneia e insônia
Dificuldades cognitivas: para os portadores de fibromialgia, é mais difícil se concentrar, prestar atenção e focar em atividades que demandem esforço mental
Dor de cabeça recorrente ou enxaqueca clássica, dor pélvica e dor abdominal sem causa identificada (Síndrome do intestino irritável)
Problemas de memória e de concentração
Dormência e formigamento nas mãos e nos pés
Palpitações
Redução na capacidade de se exercitar.
Diagnóstico de Fibromialgia
O diagnóstico da fibromialgia é feito clinicamente (por meio da história dos sintomas e do exame físico) Não existem testes laboratoriais que possam realizar o diagnóstico, mas o médico pode solicitar exames de sangue para que outras doenças, com sintomas e características parecidos, sejam descartadas entre os possíveis diagnósticos.

Tratamento de Fibromialgia
O tratamento de fibromialgia é mais eficaz quando são unidos medicamentos e cuidados não medicamentosos. O foco é evitar a incapacidade física, minimizar os sintomas e melhorar a saúde de modo geral. Alguns mėtodos para tratamento:
-Fisioterapia
-Programa de exercícios e preparo físico
-Métodos para alívio de estresse, incluindo massagem leve e técnicas de relaxamento
-Terapia cognitivo comportamental.
-Existem várias classes de medicamentos que são utilizados em conjunto com o tratamento não medicamentoso. As drogas mais utilizadas são analgésicos de ação central, incluindo algumas drogas antidepressivas e antiepilépticas que têm esta ação analgésica. Medicamentos para melhorarem o padrão do sono e miorrelaxantes também são, frequentemente, utilizados isoladamente ou em conjunto com medicamentos analgésicos.
A terapia cognitivo-comportamental é uma parte importante do tratamento. Com ela, você aprenderá a:
Lidar com pensamentos negativos
Manter um diário de seus sintomas e dores
Reconhecer o que agrava seus sintomas
Buscar praticar atividades agradáveis
Estabelecer limites.
Os grupos de apoio também podem ser úteis.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Enxaqueca Crônica


Poucas pessoas sabem, mas existem mais de 150 tipos de dor de cabeça (cefaleia)¹. Entre elas está a enxaqueca, caracterizada por dor de cabeça latejante em apenas um lado da cabeça. Dependendo da intensidade da crise, a pessoa pode ficar impossibilitada de realizar suas atividades habituais e, na fase crítica, desenvolver sintomas como intolerância à luz, aos ruídos e a odores, além de náusea e vômito. Movimentos bruscos do crânio e esforços físico e mental também podem agravar o sofrimento durante a fase aguda
Já a enxaqueca crônica é caracterizada por crises de dores de cabeça que ocorrem por 15 dias ou mais por mês durante 3 meses, sendo que pelo menos 8 dias preenchem os sintomas de enxaqueca.¹
Aproximadamente 2% da população global sofre de enxaqueca crônica3, o equivalente a 4 milhões de pessoas no Brasil. Esta é a terceira doença mais prevalente e a sétima que mais incapacita no mundo4.
Ainda sem cura, a enxaqueca crônica é extremamente debilitante, comprometendo a vida pessoal, profissional, familiar e social dos pacientes. A doença pode ser tratada para atenuar seus sintomas e diminuir os episódios de crises com recurso multiprofissional e multidisciplinar que propiciam melhora na qualidade de vida dos pacientes².
Para tanto, é importante que o indivíduo com enxaqueca crônica tenha consciência de seus hábitos e do quanto eles podem interferir diretamente no desencadeamento de crises. Por exemplo, você pratica alguma atividade física? Alimenta-se de forma balanceada? Dorme bem? Parece bobagem, mas as respostas para estas simples perguntas podem fazer a diferença para concluir o diagnóstico e orientar o melhor tratamento da doença.
Por isso, listamos algumas dicas que podem te ajudar a evitar as crises de dores de cabeça. Vamos a elas?


terça-feira, 21 de junho de 2016

Você sofre de " Text Neck"?

É uma epidemia silenciosa que está varrendo o mundo, resultando em dor crônica que pode varrer todo o corpo. Ela começa inocentemente com uma compra comum, então vai crescendo como uma bola de neve como quando esta atividade se torna quase obsessivo.
A atividade é "texting", e o resultado é uma condição dolorosa conhecida como "text neck".  Nos EUA 97% das pessoas em os EUA envia pelo menos um texto por dia, a epidemia do "Text Neck" é uma coisa real. Anualmente, os americanos enviam seis bilhões de textos. Em termos práticos, mensagens de texto colocam uma tremenda quantidade de pressão sobre o seu pescoço. Uma cabeça de adulto pesa cerca de 4,5Kg, e inclinando-a para baixo para visualizar ou enviar um texto pode colocar um adicional de 27kg de pressão sobre as delicadas vértebras da coluna cervical.Esta pressão pode resultar em uma posição permanente da cabeça chamada postura de cabeça para a frente (PSF). Postura de cabeça para a frente resulta quando o peso de sua cabeça começa a se mover (e ficar) a frente do centro de seus ombros. Isto exerce uma pressão sobre a coluna cervical e pode resultar em outras condições físicas graves. Por exemplo, sua pélvis pode inclinar para frente para compensar, arredondando a sua parte inferior das costas e colocando pressão sobre a coluna lombar. A dor nas costas resultante pode tornar difícil a ficar de pé e causar dor lombar.
Kenneth Hansraj, em sua pesquisa publicada ,descreve os efeitos de mensagens de texto no EUA no National Library of Medicine. A média de tempo gasto por pessoa é de 700 a 1.400 horas por ano debruçado sobre seus telefones, mas com estudantes do ensino médio ainda há mais risco (somando aproximadamente 5.000 horas por ano entre mensagens de texto e visualização de outras telas na mesma posição). Isto é como suportar uma criança 4ª série com os seis vértebras da coluna cervical por 29 a 58 dias seguidos.

Exercícios para ajudar a prevenir " Text Neck"

Se você trabalha em um computador ou digitando em uma base regular, as chances são boas que você tem alguns sinais de " Text Neck", prováveis sintomas:
•Dor no pescoço
•Dor nos braços
Dormência
•Inflamação
•Fadiga

Estes sintomas podem ser corrigidos por uma série de exercícios para  evitar o "Text Neck". Foi desenvolvido para ajudar a realinhar sua coluna cervical.• Esticar o pescoço: Imagine que você está  movendo a cabeça para trás para alinhar as orelhas sobre os ombros. Então imagine uma corda que sai do topo da sua coluna para o ar. Alongue a coluna até que a corda que você imagina esteja reta, porém mantenha seu queixo abaixado.• movimentos: esticar o pescoço para a direita, em seguida, à esquerda, e depois em um círculo. Vá devagar e deixe que o peso de sua cabeça proporcionar o alongamento.• Solte os ombros: Às vezes a tensão no pescoço é causada pela tensão do ombro (que podem contribuir para uma postura de pescoço curvado para a frente). Use um cinto ou uma cinta esticada até a sua cabeça para liberar pescoço e ombro tensão.

Condições para reduzir o " Text Neck"
Mesmo se você fizer exercícios para neutralizar pescoço, o problema irá persistir se você não mudar a maneira de trabalhar e digitar. Tente estas cinco dicas para manter mensagens de texto saudável.
1. ditar seus textos quando possível
Levante o seu telefone para o seu rosto, em vez de seu rosto para o seu telefone, e falar em vez de mensagens de texto.
2. Reduza os seus olhos, e não o seu pescoço
Não há nada de errado com olhando para baixo. Use seus olhos para olhar para baixo, em vez de girando toda a sua cabeça.
3. Levante sua tela
Se você não tem um recurso de mensagens de texto de voz, levante o telefone fora do seu colo e diminuir seus olhos quando você texto. Ele não precisa ser para fora na frente de vocês. Mesmo nível com o seu peito ajuda.
4. Faça uma pausa
Maratonas mensagens de texto uma hora de duração não são boas para o seu corpo. Levante-se, passear, e fazer uma pausa.
5. Chamada vez
Trazer de volta os velhos tempos e dar a seus amigos e colegas uma chamada, em vez de confiar em mensagens de texto. Às vezes, mensagens de texto é mais conveniente e discreto, mas se você pode fazer uma chamada de telefone em vez de mensagens de texto, chamar.
https://paindoctor.com/text-neck/

Dica importante: Há vários aplicativos que avisam e ajudam a lembrar da posição
  Ex: TextNeck Indicator, Forward Head Posture, HeadUp entre outros











segunda-feira, 20 de junho de 2016

Dor de Cabeça- Conheça os 7 sinais de gravidade


Praticamente todo mundo tem, hora ou outra, uma dorzinha chata de cabeça. Alguns procuram descansar, outros procuram um remédio para aliviar o sintoma, enfim, deve ser o stress, uma enxaqueca, fome, nada grave, certo? Nem sempre! Em alguns casos a dor de cabeça vem sinalizar um problema agudo e que exige intervenção médica imediata. Mas como separar o joio do trigo? Em que casos devemos correr para um pronto socorro e em quais podemos aguardar a evolução e marcar uma consulta com calma?

Segundo o Neurologista Leandro Teles (formado e especializado pela Universidade de São Paulo): “Existem alguns tipos de dor de cabeça mais preocupantes, é fundamental atentar para o padrão da dor, sua evolução no tempo, os sintomas associados e o contexto que gerou seu aparecimento”.

Para organizar de maneira objetiva e didática, convidamos o especialista para enumerar os principais sinais de gravidade e explicar porque nestes casos não dá pra esperar.

  • DOR DE CABEÇA SÚBITA
Um dor de cabeça repentina, explosiva, que atinge seu ápice de intensidade em poucos segundos, é muito preocupante. Para o médico que escuta esse tipo de queixa fica o receio da ruptura ou distensão de um aneurisma cerebral (que é uma dilatação de uma artéria que pode eventualmente rompem durante a vida). As dores mais comuns e benignas geralmente começam mais leves e a intensidade aumenta progressivamente em minutos a horas.
  • DOR DE CABEÇA COM SINTOMAS NEUROLÓGICOS ASSOCIADOS
Sempre que a dor vier acompanhada de outro sintoma neurológico focal o atendimento deve ser imediato. Atentar para fraqueza muscular em alguma parte do corpo, alteração de sensibilidade, confusão mental, alteração visual ou dificuldade para falar ou caminhar. Nestes casos o receio é que haja algumas coisas causando a dor e alterando a função de alguma parte do cérebro, como tumores, abcessos, sangramentos, isquemias, trombose, etc…

  • DOR DE CABEÇA COM SINAIS DE INFECÇÃO
Preste muita atenção e corra para um médico se sua dor de cabeça for acompanhada de febre, dores no corpo, náuseas, dificuldade de movimentar o pescoço, manchas pelo corpo ou mesmo calafrios.  Esse tipo de associação pode significar uma meningite, um abscesso cerebral, uma sinusite ou mesmo dengue. Obviamente que infecções mais leves também podem causar dor na cabeça e mal estar, como gripes e diarreias virais, mas nestes casos médico saberá como diferenciá-las.

  • DOR DE CABEÇA QUE SURGE DURANTE ESFORÇO FÍSICO OU ATIVIDADE SEXUAL
Em casos em que a dor iniciou-se durante o esforço ou atividade sexual novamente surge o temor da distensão ou ruptura de um aneurisma cerebral (o esforço aumenta a pressão nesse vaso e pode predispor ao seu rompimento). Identificada essa associação temporal entre a atividade e o início da dor uma investigação mais detalhada precisa ser feita para tranquilizar o médico e o paciente.

  • DOR DE CABEÇA EM PESSOAS MAIS DEBILITADAS
Dores em pessoas acima de 60 anos, antecedente de tumores, problemas de coagulação, imunidade baixa, gestantes, criança pequenas, etc. merecem uma atenção toda especial. Nesses pacientes, a fragilidade torna a ocorrência de um problema mais preocupante mais provável que na população geral. Por isso, todo o cuidado com eles é pouco.

  • DOR DE CABEÇA PROGRESSIVA
Aquela dor que acomete o paciente diariamente e que mostra-se pior a cada dia é, sem sombra de dúvida, um bom motivo para procurar rapidamente um neurologista. Esse tipo de evolução arrastada e progressiva é típico de lesões que ocupam espaço dentro do crânio, como tumores, trombose venosa, abscesso, etc…  Esse comportamento não é tão comum para enxaquecas e dores de cabeça tensionais, que geralmente mostram períodos de piora intercalados com melhora ou, eventualmente, uma dor de cabeça diária, mas estável (não progressiva).

  • DOR DE CABEÇA APÓS TRAUMATISMO CRANIANO
Muito cuidado com dores que surgem após traumatismo relevante na cabeça. O trauma pode gerar inchaço, contusões e mesmo sangramentos dentro e em torno do cérebro. As pessoas mais susceptíveis a complicações de trauma são os idosos, as crianças pequenas e os alcoólatras. Atende para dor que ocorre fora do local exato da batida, para sintomas neurológicos como confusão e sonolência, para secreção saindo do ouvido ou pelo nariz (surgida após a pancada) e hematomas atrás da orelha ou abaixo dos olhos (sinais de traumas mais intensos). Na dúvida é sempre melhor conduzir essas pessoas a um pronto atendimento.

 
Importante destacar que essas são dicas gerais e não regras absolutas. Sempre que a dor de cabeça te incomodar muito e alterar o seu ritmo de vida é fundamental procurar ajuda especializada e de confiança para se certificar do diagnóstico exato e programar seu tratamento o quanto antes (mesmo que ela não preencha nenhum critério citado acima).

domingo, 19 de junho de 2016

Perdoar faz bem a saúde!

Perdoar faz (muito) bem à saúde http://veja.abril.com.br/saude/perdoar-faz-muito-bem-a-saude/ via VEJA.com

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Entenda porque baixas temperaturas causam maior incidência de dores


Entenda porque, nesta época do ano, os incômodos são mais comuns e saiba como se prevenir

Com as baixas temperaturas do inverno, as pessoas mudam os hábitos diários e acabam se movimentando menos, o que desacelera o metabolismo. Essa inatividade pode causar dores musculares agudas, com maior frequência. Pesquisas mostram que a incidência de dores musculares aumenta em até 20% nesta época do ano.

De acordo com a coordenadora do Comitê Dor e Movimento, da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, Dra. Josimari De Santana, o corpo humano tem alguns mecanismos para proteção de sua integridade física, entre as estratégias, o principal sinal de alerta manifesta-se pela dor. "Diferentes estímulos podem ativar receptores que resultam em uma dor potencial interpretada no córtex cerebral. O frio intenso seria um destes estímulos potencialmente dolorosos", afirma a especialista.

Esse incômodo causado pelo frio é sentido com mais frequência em pacientes com mais de 60 anos, com problemas de coluna, ou recém-operados. Mas muitas vezes, pessoas que não apresentam nenhum dos fatores acima, podem sentir dores de tanto se contrair.

"Existem algumas formas de driblar essas dores, como vestir-se adequadamente e movimentar-se, assim, a temperatura do corpo aumenta e as dores que o inverno causa serão evitadas." Afirma o fisioterapeuta e secretário do Comitê Dor e Movimento da SBED, Dr. Heráclito Fernando Gurgel Barboza.

A diretora secretária e coordenadora científica do Comitê Dor e Movimento da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, Dra. Juliana Barcellos de Souza, complementa ainda que a umidade pode ter também uma parcela de culpa para a dor que sentimos no inverno. "Há indicativos de que a variação de pressão proporcionada pelo clima úmido possa ser estímulo nociceptivo (potencialmente doloroso)."

Os avanços da tecnologia trazem alternativas no combate às dores. A novidade que surge no mercado brasileiro é o Helical. Trata-se de um pequeno disco de silicone, fabricado com nanotecnologia japonesa que promete aliviar as dores musculares, através de um leve aquecimento local.

O presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, Dr. Irimar de Paula, explica que tratamentos alternativos que utilizam dispositivos mecânicos para controlar a dor, são geralmente considerados seguros por terem efeitos adversos mínimos. "Esse produto é totalmente inerte e não contém nenhum medicamento de qualquer tipo."

A consumidora Júlia Omori relatou melhora nas dores no pescoço, braços e costas. "E para minha surpresa, ao usar o Helical para dor nas costas, até a dor no joelho acabou também. Além disso, houve melhoras significativas nas dores musculares dos conhecidos e parentes para quem indiquei Helical."

Dia do psicólogo

Feliz Dia do Psicólogo a esses profissionais que têm um papel fundamental na cura de uma dor que, por vezes, não é física. Parabéns por essa...