Cada um tem sua história e percepção para dor. Aqui será um cantinho para poder ajudar você a descobrir como viver melhor!
terça-feira, 9 de agosto de 2016
A Dor da alma....
''Sim, o corpo fala. Quanto mais eu estudo a Medicina Chinesa, mais essas coisas fazem sentido. A dor na "alma" gera a dor física, a doença... Por isso oriento tanto meus amados pacientes a cuidarem de suas emoções... Não trate apenas dos sintomas, tentando eliminá-los sem que a causa da enfermidade seja também extinta. A cura real somente acontece do interior para o exterior... Sim, diga a seu médico que você tem dor no peito, mas diga também que sua dor é dor de tristeza, é dor de angústia. Conte a seu médico que você tem azia, mas descubra o motivo pelo qual você, com seu gênio, aumenta a produção de ácidos no estômago. Relate que você tem diabetes. No entanto, não se esqueça de dizer também que não está encontrando mais doçura em sua vida e que está muito difícil suportar o peso de suas frustrações. Mencione que você sofre de enxaqueca, todavia confesse que padece com seu perfeccionismo, com a autocrítica, que é muito sensível à crítica alheia e demasiadamente ansioso. Muitos querem se curar, mas poucos estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o câncer do egoísmo. Não querem mudar de vida .... Procuram a cura de um câncer, mas se recusam a abrir mão de uma simples mágoa. Pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas querem continuar com o peito fechado pelo rancor e pela agressividade.
Almejam a cura de problemas oculares, todavia não retiram dos olhos a venda do criticismo e da maledicência. Pedem a solução para a depressão, entretanto, não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção em relação a perdas experimentadas. Suplicam auxílio para os problemas de tireoide, mas não cuidam de suas frustrações e ressentimentos, não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades. Imploram a cura de um nódulo de mama, todavia, insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade por conta das feridas emocionais do passado. Clamam pela intercessão divina, porém permanecem surdos aos gritos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si mesmos. Deus nos fala através de mil modos; a enfermidade é um deles e, por certo, o principal recado que lhe chega da sabedoria divina é que está faltando mais amor e harmonia em sua vida.
Toda cura é sempre uma autocura e o Evangelho de Jesus é a farmácia onde encontraremos os remédios que nos curam por dentro. Há dois mil anos esses remédios estão à nossa disposição. Quando nos decidiremos?"
DE LUCCA, José Carlos - Do Livro - O Médico Jesus.
terça-feira, 19 de julho de 2016
Tratando pessoas com Dor nas Articulações
A dor nas articulações afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Há muitos tipos diferentes de dor nas articulações – dor relacionada à osteoartrose, dor depois de um ferimento traumático, dor depois de uma cirurgia na articulação, dor relacionada a doenças inflamatórias das articulações, como a artrite reumatoide e a artrite psoriática, e a dor relacionada à deposição de cristais nas articulações, como a gota ou a crondrocalcinose. Dependendo do indivíduo, a dor pode ser sentida na articulação ou nos músculos ao redor da articulação. A dor pode ser difusa e constante, ou pode ocorrer em descanso ou durante o movimento, dependendo da causa. Apesar da ampla gama de doenças e sintomas, tipos diferentes de dor nas articulações podem compartilhar mecanismos subjacentes similares, manifestações e tratamentos potenciais.
Por que dor nas articulações?
Na criação da campanha do Ano Global Contra a Dor nas Articulações, uma força tarefa da IASP identificou diversos problemas importantes:
• O tratamento para a dor nas articulações é frequentemente inadequado.
• A dor nas articulações está associada à perda da função, e o tratamento deveria estar focado não apenas na dor, mas também na atividade e na função.
• Os medicamentos são às vezes inseguros, e a reabilitação e a fisioterapia são essenciais.
• A dor crônica nas articulações pode ser gerenciável, mas os pacientes podem continuar a sofrer.
• A dor nas articulações de uma pessoa com frequência tem pouca relação com a aparência da articulação nos raios-X e nos escaneamentos, e isto torna a dor nas articulações particularmente desafiadoras para se entender.
Mesmo quando a fonte da dor nas articulações é identificada, isto pode não explicar completamente a severidade da dor. Além do sofrimento e do desconforto associados à dor nas articulações, o problema pode trazer custos financeiros substanciais e outros. Eles incluem despesas médicas altas, perda de dias de trabalho, e qualidade e produtividade diminuídas no trabalho das pessoas e nas suas vidas pessoais. As populações que envelhecem, tipos de vida sedentários, e uma crescente propensão para a obesidade, tudo isto significa que o problema da dor nas articulações tende a continuar firme em todo o mundo. Muitas pessoas com osteoartrose vivem com dor durante anos. Isto documenta o que a dor é e como o cérebro sente a dor. Isto também descreve algumas doenças comuns que podem causar dor nas articulações e ao seu redor, bem como os diferentes métodos para ajudar as pessoas a controlarem a dor (crônica) de longo prazo.
O que é a dor?
A dor é um mecanismo protetor que alerta o cérebro quando um dano ocorreu. Mas a dor não é somente uma sensação, é uma experiência pessoal. Ela tem efeitos emocionais também, fazendo-nos sentir perturbados e agoniados. A dor pode continuar quando o dano parece ter acabado. Esta é uma característica de algumas síndromes de dor crônica. A dor pode ser causada por um ferimento físico ou dano aos tecidos corporais, produtos químicos produzidos pela inflamação, ou dano aos nervos ou terminações nervosas. As causas mais comuns da dor crônica nas articulações são a osteoartrose, artrite reumatoide, espondiloartrose e artrite psoriática, doenças sistêmicas, e doença da deposição de cristais, também conhecida como condrocalcinose ou pseudo-gota. A severidade da dor pode ser afetada por uma série de fatores. Por exemplo: a força com que a pessoa se concentra na dor; a capacidade de realizar diversas atividades que podem tirar o pensamento da pessoa da dor e torná-la mais manejável; sentimentos infelizes, ansiedades, ou depressão, que podem piorar a dor; e drogas com prescrição médica, que podem ter um efeito direto no cérebro, reduzindo quimicamente o impacto da dor.
Como a Dor nas Articulações é tratada?
Uma série de abordagens está disponível para ajudar a gerenciar a dor, inclusive diversas terapias com drogas, fisioterapia e exercícios:
• Drogas contra a dor, indo do paracetamol à codeína e, somente em alguns casos, até opções mais fortes, como a oxicodona, morfina de liberação lenta, ou adesivos contendo fentanil ou buprenorfina. • Drogas anti-inflamatórios não esteroides (NSAIDs) e coxibes, que são medicamentos contra a dor e têm efeitos anti-inflamatórios.
• Corticosteroides, frequentemente chamados de esteroides, dados principalmente via injetável.
• Drogas para dores neuropáticas e síndrome de dor crônica.
• Antidepressivos tricíclicos (por exemplo, amitriptilina ou dosulepina), que melhoram o sono e ajudam o cérebro a controlar as sensações do corpo e membros superiores.
• Gabapentina, carbamazepina, e pregabalina ajudam a controlar alguns tipos de dor, especialmente quando há dano nervoso.
• Estimulação Elétrica Transcutânea do Nervo (TENS) pode ajudar a melhorar a dor, embora evidências sobre sua efetividade esteja misturada (uma máquina de TENS é um pequeno dispositivo eletrônico que manda pulsos às terminações nervosas via almofadas colocadas sobre a pele. TENS produz uma sensação de formigamento e pensa-se que altera as mensagens da dor enviadas ao cérebro).
• Outros tratamentos e terapias de alívio da dor incluem uma almofada que aquece ou uma bolsa de água quente e tecnologias como o ultrassom, laser, ou tratamento de interferência. • Em todos os casos, programas de exercícios preparados individualmente são essenciais e contribuem para ganhar de novo força e função.
• Em alguns casos, a cirurgia pode ser efetiva, mas as pessoas devem sempre discutir esta opção com os médicos à luz da intensidade da dor deles e da extensão da sua incapacidade. Infelizmente, para algumas pessoas, a dor é duradoura, não responde totalmente às drogas ou aos tratamentos físicos, e não podem ser curadas por cirurgia.
Nesses casos, vale a pena pensar sobre mudar o estilo de vida, como, por exemplo, aprender a descansar sensatamente (mas sem desistir de todos os exercícios), evitar certas atividades, pedir ajuda ou usar dispositivos ou fazer adaptações na casa. Um médico, um fisioterapeuta, um assistente social ou um terapeuta ocupacional pode oferecer ajuda especializada e aconselhar sobre essas mudanças. Para uma pequena minoria de pessoas, a dor pode ser severa e incapacitante. Isto pode resultar de um ciclo vicioso da dor, da ansiedade, depressão e preparo físico se deteriorando.
Referências
Esta folha de informações foi preparada em uma parceria com a Pesquisa da Artrose do Reino Unido, e se baseia no folheto de informações aos pacientes, “Self-Help and Daily Living; Pain and Arthritis.” Agradecimentos especiais são devidos a David A. Walsh, Carmel Barrett, e Belinda Wadsworth.
www.arthritisresearchuk.org/arthritis-information/arthritis-and-daily-life/pain-and-arthritis/painand-arthritis.aspx Vivendo com dor de longo prazo,
www.arthritisresearchuk.org/arthritis-information/arthritis-anddaily-life/pain-and-arthritis/pain-report.aspx
Tradução realizada por:Mariana Camargo Palladini – Anestesiologista Especialista em Dor.
http://www.sbed.org.br/sites/arquivos/downloads/01_tratando_pessoas_com_dor_nas_articulacoes.pdf
Três Grandes Mitos sobre a Dor
A dor crônica pode ter muitas razões para existir, desde as doenças reumáticas, como a artrite e artrose (e existem mais de 120 tipos de doenças reumáticas), passando pela dor oncológica até a famosa enxaqueca.
http://www.sbed.org.br/lermais_materias.php?cd_materias=601&friurl=_-Tres-Grandes-Mitos-sobre-a-Dor-_
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Dor de Câimbras: Como se prevenir
De onde vem a dor?
terça-feira, 12 de julho de 2016
O que é Dor?
IASPInternational Association for the Study of Pain
“A dor continua sendo uma das grandes preocupações da Humanidade. Desde os primórdios do ser humano, conforme sugerem alguns registros gráficos da pré-história e os vários documentos escritos ulteriormente, o Conheça mais sobre a Dorm sempre procurou esclarecer as razões que justificassem a ocorrência de dor e os procedimentos destinados a seu controle.
A expressão da dor varia não somente de um indivíduo para outro, mas também de acordo com as diferentes culturas”...
A ocorrência de dor, especialmente crônica, é crescente, talvez em decorrência de:
- novos hábitos de vida;
- maior longevidade do indivíduo;
- prolongamento de sobrevida dos doentes com afecções clínicas naturalmente fatais;
- modificações do ambiente em que vivemos; e provavelmente,
- do reconhecimento de novos quadros dolorosos e da aplicação de novos conceitos que traduzam seu significado.
Além de gerar estresses físicos e emocionais para os doentes e para os seus cuidadores, a dor é razão de fardo econômico e social para a sociedade”.
Prof. Dr. Manoel Jacobsen Teixeira – Neurocirurgião, Fac. De Medicina da USP).
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Sete erros mais cometidos no tratamento de dor crônica
Epicondilite medial
- Dor e sensibilidade na parte interna do cotovelo;
- Possível fraqueza nas mãos e pulsos;
- O cotovelo pode ficar rígido e doer quando fechar o pulso;
- Dormência ou formigueiro que irradia para um ou mais dedos, geralmente o anelar e o mindinho (Cerca de 50% dos casos de epicondilalgia medial do cotovelo têm sintomas neurológicos associados à compressão do nervo cubital);
- Também pode haver dor ao fechar a mão com os dedos para dentro;
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Menopausa e dor nas articulações - Qual é a conexão?
"A osteoartrite é mais comum em mulheres, mas não há nenhuma associação direta com a menopausa."
Sua colega, Karen Kansler, MA, RN, uma enfermeira da comunidade de osteoartrite, no Bom Samaritano, acredita que esta ligação entre a menopausa e dor nas articulações foi feita devido a apenas a idade, mas observa que mulheres com mais de 50 têm um fator de risco significativo que poderiam contribuir para essa ligação:
"A única semelhança é que ambos geralmente ocorrem em mulheres com mais de 50 anos de idade, no entanto, a redução de estrogênio durante a menopausa, muitas vezes, significa perda óssea que coloca as mulheres em risco de osteoporose - enfraquecendo o osso - o que aumenta drasticamente o risco de fratura."
Osteoporose
Idade e sexo são os dois principais fatores de risco para a osteoporose, um enfraquecimento dos ossos, que ocorre mais frequentemente em mulheres com mais de 50 anos e podem contribuir para a osteoartrite. Este tipo de artrite é uma doença descrita como "desgaste" que não está associada a qualquer lesão em particular. O uso regular (e às vezes uso excessivo ou uso indevido) ao longo do tempo provoca inflamação, que adiciona dor óssea, que são naturalmente desgastados com as mulheres idade.
Quando a menopausa atinge, geralmente entre as idades de 48 e 55 na maioria das mulheres no EUA, os níveis de estrogênio caem. Esta queda pode causar uma taxa acelerada de perda de massa óssea e deterioração. A osteoporose não será prontamente aparente, a menos que testes de densidade óssea sejam prescritos.
Osteoartrite
Embora a osteoporose seja silenciosa, osteoartrite faz sua presença conhecida na forma de articulações dolorosas, inchadas. A diminuição da amplitude de movimento muitas vezes acompanha essa dor. Isto pode levar as mulheres a deixar de fazer atividades devido à dor, um ciclo que só pode piorar a dor.
Para as mulheres entrando na menopausa, essa dor e diminuição da amplitude de movimento nos joelhos, mãos, quadris e tornozelos pode parecer como um efeito colateral importante da própria menopausa. No entanto, pode ser apenas uma coincidência relacionada com a idade. Menopausa e dor nas articulações não estão necessariamente ligados fisicamente tanto como eles são coincidentemente devido ao seu tempo de início.
Outros factores de risco
Sexo e idade não são os únicos fatores de risco para a osteoartrite, também. Qualquer um dos seguintes pode também contribuir para o desenvolvimento de articulações dolorosas, inchadas:• Fumar: contribui para a perda de densidade óssea• Ocupação: tarefas repetitivas podem sobrecarregar articulações específicas• Falta de exercício físico• Exposição solar diminuida: a vitamina D desempenha um papel fundamental na absorção de cálcio• Consumo excessivo de álcool• Osteoporose: Emagrecimento ossos pode realmente desempenhar um papel no desenvolvimento da dor nas articulações• O uso excessivo de esteróides• Excesso de peso: aumenta a pressão e estresse sobre as articulações
Kansler recomenda falar com um médico se a dor nas articulações surgir de repente, ou se houve uma queda recente, dizendo:
"É sempre uma boa idéia consultar o seu médico e obter raios-X sobre as articulações dolorosas, dor, especialmente novos casos ou dor após o uso excessivo, caindo, ou trauma, para confirmar se é osteoartrite ou algum outro problema, como uma infecção ou tumor. "
AutocuidadoEmbora a menopausa seja inevitável para as mulheres, dor nas articulações e outros sintomas da menopausa não tem que ser. Tomando o tempo para a prática de auto-cuidado em uma base regular pode ajudar a fazer muitos sintomas da menopausa mais fácil de manusear. Algumas delas incluem:
Comer mais proteínasÀ medida que envelhecemos, nossos corpos precisam de mais proteínas para manter a massa muscular. A massa muscular é fundamental para o equilíbrio e suporte ósseo. Embora as pessoas entre as idades de 20 e 60, geralmente, consomem muita proteína, adultos mais velhos (60+) deve apontar para 1,2 a 1,5 g / kg por dia (em comparação com 0,8 g / kg por dia para pessoas mais jovens). Isto significa que um adulto mais velho pesando 200 libras requer cerca de 108 gramas de proteína por dia.Exercitar consistentementeExercício mantém os ossos saudáveis, mantém uma mente afiada, e aumenta a uma sensação geral de bem-estar. Se a dor articular já existe, procure exercício de baixo impacto.Também pode ser exercícios cardiovasculares, como caminhadas, ciclismo e natação. Yoga é um outro exercício que se concentra em equilíbrio, alinhamento adequado, alongamento e fortalecimento da coluna (e seus músculos).
Comer BemEmbora a necessidade de proteínas aumentam à medida que as mulheres envelhecem, o tamanho das refeições pode realmente diminuir. Comer refeições menores com mais freqüência pode impedir que as ondas de calor (grandes refeições pode induzir o organismo a superaquecer). Comer uma abundância de frutas e legumes frescos e alimentos ricos em cálcio é a melhor maneira de obter as vitaminas que você precisa. Você também pode perguntar ao seu médico se um suplemento diário é apropriado para você. Tenha em mente que a suplementação de cálcio após a idade de 50 anos não parece melhorar a densidade óssea como se pensava anteriormente.Parar de fumarOs fumantes têm um risco aumentado de tudo, de câncer, de perda óssea e de diabetes tipo 2 (ou complicações da diabetes Tipo 1). Os fumantes são menos propensos a ser ativo, mais propensos a ter excesso de peso, e mais propensos a morrer mais cedo de uma doença relacionada ao tabagismo. A melhor coisa que alguém pode fazer por si mesmos é parar de fumar hoje.Explorando medicina complementar para os sintomasA medicina complementar para a menopausa inclui coisas como acupuntura, massagem e quiropraxia. Estas formas de auto-cuidado pode ajudar a aliviar outros sintomas da menopausa, como ondas de calor e insônia.
https://paindoctor.com/menopause-and-joint-pain/
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Você sente dores de cabeça diárias? Parece que a sua cabeça e rosto estão sendo espremidos entre duas paredes? A Síndrome doloro...









